quinta-feira, 13 de junho de 2013

Ao infinito e além dos cabelos brancos.

A amizade abraça, acolhe, entende, surpreende, compreende. 
Cuida, ama, acalenta.
A boa amizade envelhece e aprimora-se.
Um bom amigo não cobra
Não torna o caminho mais difícil. Ele o melhora.
Ele é sincero e respeita.
Apóia quando tudo parece desabar.
Anima, sabe o que dizer.
E na ausência de palavras cede os ombros para as lágrimas e os ouvidos para o desabafo.
É aquele irmão que a vida deu a oportunidade para escolher.
Dá aquele sermão quando você se deixa perder sem ofender.
Ela opina  mas aceita a decisão que tomar e se você estiver errado opina novamente sem contar razão.
A amizade não vem em números, vem em qualidades.
É infinita em sua própria forma. 
Uma boa amizade dura por toda a vida, mesmo na ausência.
Ele sabe que a vida tem caminhos distintos, mas está ali pronto para um telefonema.
Conhecerá seus filhos, irá palpitar no nome deles e provavelmente na cor do seu sofá.
Vai rir dos seus cabelos brancos quando chegarem, vai chorar contigo na perda de alguém.
Sentirá orgulho das suas conquistas. 
Não inveja, não condena, não ofende.
Ele sorri, elogia, motiva.
Um bom amigo não é reconhecido no começo, 
Apenas depois de tanto tempo e você perceber ainda sentir-se a vontade ao lado,
Ainda querer convidar para um café e sentir falta das piadas sem graça.
Independe do que houver a boa amizade nunca parte. 




terça-feira, 11 de junho de 2013

Dia dos Namorados (O dia nacional do ataque diabético)


Enfim, todos querem um acontecimento nesse dia. 

Todos querem cafuné cheio de cócega.
Um presente, uma surpresa. Um pé com pé cheio de amor.
Comida quentinha, carinho no rosto.
Lembrar que foi lembrado. Curar carências ou carências criadas .
Uma mordida na orelha para acordar as batidas do coração.
Um bombom para adoçar o beijo quente.

Pode ser solteiro, pode ter alguém.
Ao fim, todos querem um chamego. 
Um dia fenomenal,
Uma noite especial.

Ao fim os solteiros esbarram em tentações.
Nesse dia todos são vulneráveis.

Nesse dia vou fugir do devaneio e encontrar meu sossego.
Deitar na cama quente onde mora meus delírios.
Colocar um pijama velho, ler aquele livro sincero.
Nesse dia não quero ser de ninguém.
Quero ser de mim mesma.
Prefiro meu quarto e minhas suposições sobre a vida,
Do que pagar de ser independente de amor e depois pagar a língua.
Essa noite não terei overdose de amor, terei overdose de verdades.
"Sente a bunda aí e espere que seu alguém chegará."
Para olhar e dizer: eu quero você.
Fazer meu dia do ataque de diabetes.
Ai do meu pâncreas se gritar de tanto doce.






terça-feira, 28 de maio de 2013

Batom Vermelho

  Leonora abre a bolsa em busca de um batom. Encontrou aquele vermelho que comprou no Natal mas  sua irmã disse descaradamente que isso  era de uma boa meretriz, assim, na lata  sem nenhum pingo de respeito e depois disso nossa protagonista nunca quis mais usá-lo. Sendo assim ela busca aquela rosa-sem-graça-de-sempre.


  Leonora está no banheiro do escritório, fim de expediente, observando o quanto pálida está e não sabendo  ao certo se aquele batonzinho cairia bem agora. Mas quando abriu sua bolsa, percebeu que entraria numa busca árdua  já que estava tudo uma bagunça. Enquanto cavava a gigante bolsa adentro em busca do minúsculo batom, estava à deriva de pensamentos diversos. O pensamento maior era: Como  podia ser  tão cuidadosa em absolutamente tudo e não conseguia manter aquele minúsculo espaço, em que carregava praticamente sua vida, em plena organização?

  Abre mais uns bolsos, e começa a jogar as coisas em cima da pia molhada, xingando mentalmente. Onde está o maldito? Na sua casa, por exemplo, quando nota que o quadro na parede está minimamente fora da simetria perfeita em que ela o havia colocado, já é o bastante para ela ficar ali gastando bons minutos ajeitando , olhando de longe, voltando e arrumando mais um pouco até encaixar-se no que ela julga a posição exata.

  Lembrou-se do seu guarda roupa, organizado por cor e estação. Na casa de Leonora não existe poeira, tão pouco sujeira e louça suja. Ela é  a personificação  verdadeira da perfeição. Mas independente de quantas vezes ela arrume  aquele monte de bolsos ao fim de semana tudo estará na mais horrível zona.

  Enquanto ela coloca sua agenda dentro da pia por engano e já permite seus xingos extravasarem os limites do pensamento,  não entendendo aonde foi parar o danado do batom, ela recorda do que seu marido disse no jantar da noite passada para o cunhado entre risadas:
  -Leonora é certinha demais.

  No momento  em que isso ocorreu ela sequer se incomodou com as palavras, mas a noite quando se deitaram e ele virou-se  de costas para dormir ela analisou duas coisas: 1- seu casamento estava um fiasco e estavam já a quase sete meses sem sequer se tocarem; 2-ser certinha era motivo de piada para as pessoas.

  Leonora não usa decote, já que é uma mulher casada e não admite chamar atenção. Não atrasa, não faz nada fora do que as etiquetas da postura permitem. Almoça religiosamente ao meio dia, chega em casa as 18h e deixa o jantar servido as 20h.  Mas do que adianta ser tão correta se  ela virava tema de risos para o seu marido e família?

  Desesperada com esses pensamentos e revirando a bolsa ela vê que aquilo era sua realidade: Aparentemente tudo correto, mas por dentro um caos. Aquela aparência pálida era porque  seu presente era a coisa mais insossa existente.

  Leonora solta o coque perfeito no alto da cabeça e enquanto o cabelo acaju cai displicente pelas costas ela caça o divino batom vermelho. O encontra fácil, passa nos lábios cheio de ousadia enquanto murmura pra si:

  -Quer saber? Eu posso fazer o que eu quiser!

  Abaixa um pouco a blusa preta e deixa a mostra o decote que os quarenta anos sequer haviam afetado.  Determinada abre a porta e sai em busca das bagunças e desarranjos da vida. Chega de horários e de regras, essa noite era Leonora que ficaria a noite toda de costas para o marido.



segunda-feira, 27 de maio de 2013

A Mesa Velha de um Museu Qualquer.


  Acendo um cigarro e me jogo no sofá. Aliás me lembro muito bem que antes dessa festa começar eu sequer fumava, mas tudo bem, pulemos.
  A casa silenciosa me traz um tédio que chega a ser virtuoso, porque de fato não há a menor vontade de fazer nada mesmo, então fica elas por elas e não culpo o tempo vazio. Remexo nas unhas e percebo que elas estão por fazer,eu não me importo, não há encontros marcados para executar a etiqueta da beleza, então deixo pra lá e penso em arrumá-las mais tarde enquanto passa Grey's Anatomy na tv a cabo, que por sinal, tenho  absoluta certeza que estou vários episódios atrasada, por sua vez, também não me importo.
  Escuto um barulho vindo da cozinha, meu gato está subindo na mesa novamente mas quer saber? Deixa... Bagunças podem ser arrumadas, assim como a vida.
  Umas garrafas de vinho estão empilhadas no canto da sala e a taça utilizada jaz na estante. Eu poderia recolhe-los, fazer um faxina daquelas boas e ocupar minha ociosa mente. Mas decidi pela manhã que assim que meus pés tocassem o chão quando acordasse eu não faria mais nada.
  Estou dormente, não me importo com o que for. Se a dona Maria bater aqui na porta e gritar que o seu José bateu as botas, sim eu seria insensível, mas sequer levantaria as sobrancelhas. 
  Estou bêbada? As dez da manhã? Procede. 
  Dormi? Não sei dizer, só sei que minha mente ficou rodopiando com imagens distorcidas de uma história velha e sem graça da minha vida. 
Você foi embora e eu sofri, chorei, gritei. Mas hoje olho suas fotos e só sinto um gosto estranho da dúvida: "O que fazer?" "Para onde ir?"
  Depois que você se foi, viajei pro litoral no inverno, que ironia, mas encontrei uma paixão ardente que me aqueceu por meia dúzia de dias. Ele gostava do meu cabelo e como eu cantarolava "Hey Jude". Depois do NA NA NA NA ele me beijava e dizia que o pôr do sol tinha copiado a beleza dos meus olhos. Mas isso para mim soava supérfluo. Quando acabou a semana ele pediu meu telefone e lhe entreguei alguns números errados. Pobre Dante, ele não sabia que se meu coração sequer pertence a mim como eu poderia entregar a outro? Só voltei pra casa solitária outra vez, recitando O Corvo, de Edgar Allan Poe, e disposta a entrar nas aulas de banjo.
  Estou toda errada, toda torta, sem direção. Mas olhar para suas fotos ainda me faz sentir aquela sensação esquisita de quem desce uma montanha russa: um frio na barriga de entorpecer a alma. 
  Quando era pequena lembro de observar minha tia Rosa conversar com minha velha mãe. Ela tragava seu cigarro majestosa e movimentava as mãos com aquelas unhas escarlate e dizia sempre: "Quem vive de passado mora num velho museu eu não vivo de página passada eu vivo de capítulos novos." Aquilo nunca fez sentido para mim, mas hoje estou presa naquelas palavras da minha finada tia, que morreu com dignidade mas não largou seu bom e velho cigarro. Hoje me ocorreu que não decidi o que quero ser: uma página passada ou um capítulo novo? Estou amarrada numa mesa velha de um museu qualquer? 
  De qualquer forma não estou com vontade de decidir isso hoje.Sei, sei mesmo, que tenho que partir para uma nova história e a qualquer hora pode me ocorrer de fazer isso: vou recolher as sujeiras pela casa e fazer uma faxina, mudar o cabelo, trocar meus móveis e a vitrola de lugar. 
  E quando isso acontecer, e eu finalmente der o número de telefone certo para alguém, não é vergonha dizer que, por mais que as virgulas prossigam e novas histórias venham, sempre haverá um marca página para você. Vou abrir naquele capítulo antigo e ler nossas linhas com um sorriso de canto meio bobo.
  Mas até lá abrirei mais uma cerveja, mais uma garrafa de vinho, terei mais uma viagem sem nexo, terei mais uma paixão sem sentido. Até porque a vida é minha e faço dela o que minhas paranoias quiserem.
  Satisfeita com a minha constatação, acendo outro cigarro e me espreguiço mais uma vez no meu velho sofá. 






quinta-feira, 9 de agosto de 2012

O "já estou quase pronta" e o desafio masculino de não surtar.

TIC-TAC TIC-TAC.
20:15h indica o relógio que a pobre alma consulta pela centésima vez. Centésima vez sem brincadeira alguma, até porque o clima aqui não está para brincadeiras e piadas.
Se dirige à cozinha bebe água sentindo as mãos tremendo. Sente as costas molhadas, calor infernal. Paciência beirando ao fim. Mais de uma hora atrasada. 
  -Amor? - ele a chama com a voz suplicante cheia de ódio e impaciência.
  -Já estou quase pronta meu bem.- ela grita do quarto.
Ele não sabia mais o que fazer. Cada vez que ele resolvia sair com a namorada era um exercício de paz interior e chá de cadeira.
Dessa vez ele tinha tentado algo diferente. Ligou quarenta minutos antes de ir buscá-la. E no quase pronta dela ele pensou ouvir o barulho do chuveiro ao longe. Depois do chuveiro sempre vem o secador, a maquiagem, os cremes, a duvida cruel do que vestir. Ele ainda não tinha ouvido ela gemer (gritar?) : Não tenho nada para vestir! 
Então estava longe de acabar a novela. 
A reserva para aquele restaurante chato e concorrido era as nove. E ele lembrava que estava naquela situação por causa da moça que choramingava que ele nunca a levava para jantar.
Até ai tudo bem, poderiam a ter ido à qualquer canto. Mas teve um dia que ela suspirou:
  -É... O namorado da Laura a levou para aquele restaurante legal do outro lado da cidade que eu comentei.
Assim, na lata, com o bico torcido. Ele sabia que estava perdido. 
20:30h.
O rapaz fica nervoso. Pede a Deus a sua própria morte. 
Pensa em cortar os pulsos e suplica por misericórdia divina. Levanta furioso, vai bater na porta e dizer que acabou! Não vai mais em lugar nenhum e que se contente com um Drive-Thru de um fast food qualquer.
Quando chega a porta ela sai linda e maravilhosa. Sim, ele admite que está.
  -Estou bonita? - ela pergunta com um biquinho cheio de batom.
  -Esta! Podemos ir?
  -Nossa, nem parece que me achou bonita! Não tenho nada para vestir!
  -Você está maravilhosa! Vamos? - ele insiste desesperado.
  -Nossa! Como você é nervoso.
Vão para o carro. Ele corre com o carro mais do que poderia pelas leis de transito. Sente-se em uma corrida de F1. 
Mas infelizmente chegam ao restaurante atrasados dez minutos. Tinham perdido a concorrida reserva. Ela emburra:
  -É! Eu sei que você nem queria vir mesmo. Está com essa cara fazendo tudo de mal gosto. Veio devagar com o carro só pra perdermos a reserva. Dá próxima vez não me iluda. Olha só me arrumei a toa. Ainda bem que não fiz uma grande produção e estou simples e o que eu vou dizer para as meninas? Que você me fez perder a reserva? Imagina o que vão dizer, a Laura veio duas vezes com o namorado e ele...
E enquanto a namorada fica criticando e resmungando ele entra em contato com o Pai Celestial conforme dirige. Para que na próxima vida venha assexuado,recusando-se em ser mulher ou ter que possuir alguma. Ou até mesmo reencarnar como barata, para morrer rápido e sem dó nem piedade de uma pisada qualquer...


O costumeiro, irreprimido, inútil e desastroso "tudo bem?"



"-Oi tudo bem?
-Tudo bem sim e você?
-Tudo bem..."

Esse dialogo acima é tão comum quanto acordar. As pessoas falam automaticamente a cada dia para quem quiser que encontrem. Mas tem algumas coisas que devem ser observadas:

1- Você quer realmente saber se esta tudo bem com o fulano?

2- Tem certeza de que esta TUDO BEM com você?

Alguns quebram um pouco o protocolo e soltam algumas tipo:


"-Ah, vou indo...

-'Ta' tudo mais ou menos."

Quando o ser humano começa a falar assim de certo o outro corre. As pessoas estão tão cheias dos seus próprios problemas que ter que ainda ouvir desabafo e PIOR ter que dar uma opinião é desagradável demais! Você sabe não é? Quando alguém começa a soltar seus "B.O.s" em cima de você ela sempre vai vir com uma:


-O que você acha que eu devo fazer? 

-Acha que fui certa (o)?
-E se...?

Acabamos ficando com aquela "cara" tipo: E AGORA?

Eu uso muito a técnica do "uhum". Corta de certa forma o barato de quem está ali tagarelando e não deixo de fazer minha parte de ouvinte e dar um veredito. E sempre fico me castigando de ter começar o tal "tudo bem". Malditos boca e modo automático.
E esse desabafo todo vem de uma teoria que pessoas acreditam na história da visão fria conhece?
Todos, ou grande maioria, concordam que, quem está de fora do problema consegue dar uma ideia melhor da situação. Eu sinceramente não acho certo isso de forma alguma. Só quem esta sentindo ali a situação na pele consegue ver o grau de destruição que está acontecendo no seu mundinho. E sem contar que quando damos nossa ideia 99% do pessoal vai fazer tudo ao contrario. Então eu PAREI de querer salvar todo mundo com a minha ajuda. 
Claro que há sempre alguém que me preocupo, não é assim também, mas parei já faz algum tempo de querer ajudar todo mundo com meus "conselhos". Cada um no seu galho e pronto. O meu "tudo bem" já tem seu enrosco demais.
Por sinal, dou toda a minha fé a seguinte frase: Se conselho fosse bom, a gente vendia e não dava".
E o grande "estou bem sim". MENTIRA! 
Nunca, nada está TUDO BEM. Nada está 100% tudo bem com você. E quem pergunta dessa forma não quer saber MESMO! Acredito que quando alguém está interessado pergunta de uma forma diferente. 
O que chegamos finalmente na conclusão de que isso é uma frase muito muito inútil. 
Eu mesma presto atenção demais. 
Depois de ser psicóloga em muitas sessões gratuitas e ver que ninguém está interessado em me ouvir já tomo o devido cuidado de dizer somente OI e/ou OLÁ e pronto para quem quer que seja. 


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Bem vindos a bordo!

Engraçado. Eu fiquei um determinado tempo sem escrever absolutamente nada.
Minha vida mudou completamente em torno de cinco meses. 
Uma coisa totalmente insana.E eu não sei o que aconteceu comigo mas a mente travou.Não saia absolutamente nada. Eu virava, girava ,tentava e rabiscava. NADA!
Comecei até a achar que escrever não era mais para mim.Mas aconteceu uma coisa. Eu fiquei triste, com raiva e definitivamente puta da vida.E tudo surgiu!
HA! Será que sou uma escritora que só funciona quando o circo pega fogo?
Provavelmente sim. 
E foi o que aconteceu.Como estou em um momento diferente abri um novo blog. Deixei o Devaneios Desconexos  para trás com as minhas ideias e ideais esquecidos para apenas uma leitura do passado. Relembrar quem eu era. E fiz o Canal da Paranoia.Dizem que sou assim mesmo: Paranoica. Que vou até o fim em suposições insanas que ao final 99% das vezes se revelam com sentido. 
Não, não sou rainha da razão, mas leio muito Sherlock Holmes o que me faz observar coisas que as outras pessoas por vezes ignoram. A Arte da Dedução.
Depois que essa leitura virou meu vicio comecei a ar atenção a cada detalhe das coisas: como as pessoas agem e se relacionam. E isso não me faz uma mestre em investigação mas cria em mim diversas opiniões sobre o cotidiano e comportamentais. E é ISSO o foco do Canal da Paranoia. Observar tudo e todos e deixar meu ponto de vista. Assim todo mundo critica e elogia e tem sua vez para dizer o que bem quer. 
Sou receptiva a opiniões alheias acreditem!
Se quiserem me chamar de louca tudo bem, se quiserem me apoiar melhor ainda, estou chegando aos 21 meus caros. Está na hora de o que dizem de mim não fazer muita diferença.
Dedico esse meu novo blog à um grande amigo e escritor fantástico Roberto Prado do Etc & Basta. Que graças à dias de conversa me convenceu a dar oportunidade à minha nova vida. E que sempre me inspira para ser e escrever melhor. Ah! Ele faz umas crônicas ótimas e uns micro contos bárbaros. Sempre penso que ele tem um "humor negro" fabuloso!
E é isso ai senhoras e senhores. Sejam bem vindos ao Canal da Paranoia.Aqui tem uma mente fervendo sobre opiniões acidas e incoerentes sobre o mundo para dividir com vocês.Aproveitem.

P.s: O motivo da minha "raiva" citada acima, fica para o próximo post.